PRATOS TÍPICOS DO RIO DE JANEIRO

Para muitos a maior vantagem em viajar está no fato de poder conhecer novas cozinhas. Uma culinária ainda não experimentada e bem feita é sempre atraente. Aquele perfume maravilhoso, a aparência apetitosa e, finalmente, o sabor, que é capaz de nos fazer comer muito mais do que nosso corpo suporta.

No Rio de Janeiro não é diferente. A culinária típica do local é tão apaixonante que faz com que nos sintamos em casa. Isso porque, diferente de outras regiões do país, o Rio de Janeiro tem em sua cozinha uma mistura de tudo o que é produzido no Brasil, sempre com um toque especial.

Essa mistura de culinárias nordestina, sulista, nortista e do centro-oeste foi construída porque, durante muitos séculos, o Rio de Janeiro foi a capital do país. Assim sendo, era o local onde as pessoas iam procurar empregos e melhores condições de vida.

E não foram só os brasileiros que se mudaram para o Rio levando consigo receitas de sua terra natal. Reconhecida internacionalmente como a principal cidade brasileira, a terra carioca foi e é até hoje destino certo de diversos estrangeiros. Foi de Portugal, por exemplo, que vieram as maravilhosas receitas de bacalhau tão comuns no Rio.

Já os italianos contribuíram com a rica massa carioca. Espanhóis trouxeram para cá a receita da paella, que no Rio de Janeiro ganhou frutos do mar diversificados. Gregos trouxeram o hábito de preparar arroz com carnes e legumes. E, assim, formaram-se diversos pratos típicos.

Mas a cidade maravilhosa também inventou seus próprios pratos. A começar pelo mais brasileiro dos pratos brasileiros: a feijoada. Criada na época da escravidão, a feijoada era feita com as partes de animais que os grandes donos de fazenda não consumiam. Assim, os escravos misturavam baço, rabo, pata, orelha e miúdos e se serviam. Para dar mais consistência à comida, banhavam tudo em feijão. Esse prato, com o passar dos anos, transformou-se em uma das principais marcas de nossa culinária.

Para acompanhar a feijoada no calor do Rio de Janeiro nada melhor do que a boa e velha caipirinha. Aliás, nenhuma caipirinha no mundo é tão bem feita quanto a carioca. Ela tem a medida certa de álcool e limão, além ser abundantemente ajudada pela temperatura do local. Só lá a caipirinha tem o poder de refrescar e transformar a pessoa em malandro. Porque, como diria um velho sambista carioca, malandro é malandro, e mané é mané.

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